
Você pode ter direito à revisão de contrato, devolução em dobro ou indenização por falhas de segurança. Nossa equipe analisa seu caso gratuitamente pelo WhatsApp.
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Clientes bancários que enfrentam esses problemas podem ter direito a revisão, devolução ou indenização, dependendo da análise técnica do caso:
Se você se identifica com uma ou mais dessas situações, vale a pena conversar com nossa equipe agora.
QUERO UMA ANÁLISE AGORAOs contratos bancários são regidos pelo Código de Defesa do Consumidor (Súmula 297 do STJ), pelo Código Civil e por normas do Banco Central. Cláusulas abusivas, juros excessivos, capitalização indevida e tarifas ilegais podem ser revistas judicialmente.
Na prática, isso pode significar:
Importante: cada contrato é único. Somente após análise de extratos, contrato e protocolos é possível indicar a estratégia adequada para o seu caso.
Dependendo do caso, é possível pleitear judicialmente uma ou mais das seguintes medidas:
Recálculo quando há cobrança acima da média de mercado
De tarifas e cobranças indevidas, conforme o CDC
Por golpes, falhas de segurança e danos morais
De contratos com cláusulas abusivas e negativações errôneas
* Conteúdo meramente informativo, em conformidade com o Código de Ética da OAB. Resultados dependem da análise técnica de cada caso.
Muitos clientes deixam de buscar seus direitos por acreditar em mitos. Veja os mais comuns:
Mito antigo. Há ampla jurisprudência do STJ reconhecendo juros abusivos, capitalização indevida, falhas de segurança e tarifas ilegais. Cada contrato é único — só uma análise técnica diz o que dá para reverter.
Assinatura não convalida cláusula abusiva. Contratos bancários são de adesão, interpretados em favor do consumidor (art. 47 do CDC). Você não 'concordou' com aquilo que sequer foi explicado.
Nem sempre. O STJ (Súmula 479) reconhece que o banco responde por fraudes praticadas por terceiros — é o chamado fortuito interno. Em muitos casos cabe devolução integral e indenização por danos morais.
Tem, sim. Empréstimo não solicitado, fraude, juros acima do teto legal e descontos indevidos podem ser anulados, com devolução em dobro do que foi descontado e indenização.
Pagar não apaga cobrança indevida. Mesmo após quitação, é possível pedir devolução em dobro de tarifas e juros excessivos, observados os prazos de prescrição (em regra, 5 anos).
Conte o que aconteceu: o tipo de contrato, o problema e o que você já tentou. Sem compromisso e com total sigilo.
Avaliamos contratos, faturas, extratos, comprovantes e protocolos para identificar a melhor estratégia jurídica.
Explicamos em linguagem simples as possibilidades, prazos e os próximos passos — sempre com transparência e sem promessa de resultados.
Apareceu um empréstimo no meu nome que eu nunca pedi. Em poucas semanas o desconto parou e ainda fui indenizado. Atendimento humano e claro.
Caí num golpe e achei que tinha perdido tudo. Me explicaram a tese da falha de segurança e o banco acabou devolvendo o dinheiro.
Revisaram meu contrato e identificaram tarifas que nunca deveriam ter sido cobradas. Atendimento todo pelo WhatsApp, sem complicação.
Depoimentos de clientes, com identidade preservada conforme o Código de Ética da OAB.
Cobranças indevidas e juros abusivos se acumulam mês a mês. Uma conversa de 5 minutos pelo WhatsApp pode esclarecer tudo.
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